19 de abril

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7/04/21 às 16h41 - Atualizado em 7/04/21 às 16h45

A SUA AJUDA SALVA

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Postos de vacinação do Lago Norte começam a arrecadar alimentos 

   
 
A Associação dos Supermercados de Brasília (Asbra), a sociedade civil e o GDF uniram forças na campanha “A sua ajuda salva” neste momento de pandemia. Essa semana, os 42 postos de vacinação contra a covid-19 do DF são pontos de arrecadação de cestas básicas e de alimentos não perecíveis. A doação não é obrigatória. Participa quem quiser e puder.  
 
   
 
Para não sobrecarregar os profissionais da Saúde, servidores da Administração Regional do Lago Norte estão colaborando com a campanha, no sentido de receber as doações nos postos de vacinação. Todo donativo será imediatamente entregue às famílias em situação de vulnerabilidade pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar. A ação, pelo GDF, será coordenada pelas secretarias de Saúde e de Governo, além da Vice-Governadoria junto à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). 
 
  

“Essa é uma campanha de extrema importância no momento que estamos vivendo” enfatiza o administrador regional do Lago Norte, Marcelo Ferreira, que complementa “pedimos encarecidamente àqueles que puderem contribuir, com o mínimo que seja, já está de bom tamanho. Vamos ajudar os mais necessitados” conclui o administrador. 
 

Pontos de arrecadação No Lago Norte: 
Drive thru iguatemi brasilia: Estacionamento do Shopping Iguatemi – St. de Habitações Individuais Norte CA 4
Centro de Saúde Nº 10: St. de Habitações Individuais Norte QI 3  
 

Iniciativa do setor privado
A Associação dos Supermercados de Brasília (Asbra) já doou 2 mil cestas básicas. E 50 lojas aderiram à campanha oferecendo pontos de coleta de donativos. “É preciso criar oportunidades para quem quer e pode doar. Importante que os postos de vacinação sejam mais uma opção neste movimento de solidariedade”, diz o presidente do Sindicato dos Supermercados do DF (Sindsuper), Gilmar Pereira.
A entidade também está colaborando produzindo todo o material de divulgação da campanha “A sua ajuda salva”, como cartazes e banners. 
 

Solidariedade dos brasilienses
“Este é o momento em que devemos olhar para o próximo e levarmos esperança em forma de alimento para aqueles que mais precisam. Pensar no coletivo. Somente dessa maneira é possível atenuarmos o sofrimento de várias pessoas. A população e o segmento empresarial no DF são muito solidários”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.
Em 12 meses, o grupo Sabin realizou o equivalente a 15% do total de exames para diagnóstico de covid-19 no país: 1,4 milhão de exames. Aumentou de 17 para 30 o número de hospitais atendidos. Das 296 unidades em todo o Brasil, 36 são exclusivamente para covid-19. Isso tudo fez o grupo Sabin ser destaque em gestão durante a pandemia. Conseguiu transformar a pressão do aumento da demanda em crescimento empresarial de 18%. 
 

Investimento social
O Instituto Sabin, braço social do Grupo Sabin de medicina diagnóstica, divulgou seu relatório de atividades de 2020. No ano passado, mais de 62 mil pessoas foram impactadas pelas ações promovidas pela instituição, que investiu R$ 4 milhões na área social. 
 

Cuidando da Comunidade
Entre os projetos realizados, estão o programa Cuidando da Comunidade, que concede descontos em exames laboratoriais a pessoas em situação de vulnerabilidade, e o programa Saúde+, que atende e ajuda a desenvolver organizações da sociedade civil com o objetivo de gerar impacto social somado à sustentabilidade econômica. 
 

Produtos de limpeza
Desde o início da pandemia do coronavírus, o Instituto Sabin realizou doações que ultrapassam R$ 400 mil para auxiliar no enfrentamento da doença. Mais de 240 organizações sociais foram beneficiadas e 3.590 famílias atendidas com cestas básicas e produtos de limpeza. 
 

Inovação e sinergia
“ A pandemia aprofundou os problemas sociais, mas também acelerou a inovação nessa área no Brasil e no mundo. Estamos vendo a energia e o movimento de empreendedores, empresas, organizações, universidades e governos para desenvolver e implementar serviços, processos e produtos que enfrentem as consequências sociais da pandemia”, aponta Gabriel Cardoso, gerente executivo do Instituto Sabin.
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